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segunda-feira, 29 de agosto de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
Jornada de Lutas da UNE é entregue à Presidência em Brasília
A última quinta-feira (24) foi marcada pelo grande passo que a tradicional Jornada de Lutas, promovida pela União Nacional dos Estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) e a Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG), conquistou.
A presidente Dilma Rousseff recebeu, no Palácio do Planalto, uma comissão de 20 estudantes universitários e secundaristas para entregar a pauta que defende incondicionalmente que 10% do Produto Interno Bruto (PIB) e 50% dos recursos do fundo social do Pré-sal sejam destinados para a educação.
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| Recepção no Palácio do Planalto |
A audiência com a comissão não estava na agenda da presidente, mas os estudantes foram recebidos após a cerimônia de assinatura de convênios para construção de creches no país. Durante a conversa, os estudantes solicitaram que as conquistas obtidas no Congresso não sejam vetadas em decorrência da ortodoxia na política econômica atual, com o corte de 50 bi que atingiu o financiamento das universidades.
| Bandeira das entidades no ar |
sábado, 19 de março de 2011
Da proibição de festas e outras formas de criminalizar a juventude

MAIS UMA VEZ assistimos a um velho filme em Juiz de Fora. A prefeitura, sob o argumento de um parecer judicial, resolve impedir a realização de uma festa rave neste sábado na cidade.
Antes de qualquer coisa, deixo claro que conheço esse tipo de festa de perto, apesar de não ser um frequentador delas.
Chamo de velho filme por que pouco tempo atrás vimos a proibição de bailes funk no centro da cidade justificadas pela possível violência que as festas poderiam trazer. As raves seriam antros de drogas, e os bailes de violência.
Muitas proibições aconteceram, muita água passou por baixo da ponte e nada mudou. É óbvio que essas medidas nunca surtiram efeito.
A prefeitura de Juiz de Fora foi rápida no gatilho para proibir a festa. Mas tem sido bem lenta na promoção de políticas públicas que possam ajudar na conscientização e no combate às drogas. Estou errado? Alguém conhece um projeto efetivo na cidade com esse tema? Alguma parceria entre justiça e Ministério Público? Se houver, ficarei feliz em ser corrigido.
O que acontece é que infelizmente existe um caminho, com o perdão da palavra, preguiçoso, sempre utilizado. É mais fácil proibir do que compreender o que de fato representam essas festas. É muito mais cômodo a repressão do que a fiscalização e a proteção aos jovens que na sua maioria esmagadora, vão nessas festas para se divertir. Ou será que já esquecemos que lazer é um direito fundamental da juventude?
No ano passado, pessoas foram presas portando drogas na estrada que dava acesso à festa. Parabéns à PM, que fez seu trabalho. É isso que esperamos da polícia. Porém isso não pode servir como justificativa para a proibição da festa. Quantas vezes, torcedores de futebol não são detidos antes de ir ao estádio com armas e similares? Vamos proibir o futebol por causa disso? Não existe o consumo de drogas em outros espaços?
Lamento crer que isso ocorre, fundamentalmente pelo fato de que o poder público não conhece a juventude e seus anseios. E como a juventude muitas vezes não representa um grupo forte e organizado de poder, acaba se tornando vítima de arbitrariedades.
Esperamos que haja mobilização para tirar esse debate dessas trevas, de preconceito e desinformação, para que a juventude possa ter seu direito pleno de se divertir, nos espaços que escolhe.
Por: Tiago Rattes de Andrade
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
13º CONEB vai reunir no Rio 4 mil estudantes de todo o Brasil
OS ESTUDANTES BRASILEIROS se preparam para um novo momento de lutas quando o País entrará em um importante processo político com a posse da nova presidente, Dilma Rousseff. Os desafios e possibilidades nesse período são inúmeros e é a força da mobilização do movimento estudantil nas ruas que vai garantir os avanços para a educação. E é nesse clima que a UNE convoca para os dias de 14 a 17 de janeiro, no Rio de Janeiro, o seu 13º Conselho Nacional de Entidades de Base (CONEB).Um dos principais fóruns do movimento estudantil, o CONEB da UNE é uma instância deliberativa que vai atualizar a opinião e o posicionamento da entidade acerca de diversos temas, como os rumos do desenvolvimento econômico e social do Brasil, políticas para a juventude, mídia e comunicação, questão agrária, saúde, assistência estudantil, educadores, trabalho, Reuni, Prouni, entre muitos outros assuntos de interesse dos estudantes brasileiros.
O evento será ainda uma atividade integrada à 7ª Bienal da UNE, que acontecerá na sequência, entre os dias 18 e 23 de janeiro, também na capital fluminense.
"Nas ruas de hoje o Brasil do amanhã"
"Nas ruas de hoje o Brasil do amanhã"
Aproximadamente 4 mil estudantes são esperados nos quatro dias do CONEB, no qual acontecerão mais de 20 mesas de debates e grupos de discussão. O tema escolhido para o 13º CONEB da UNE é “Nas ruas de hoje o Brasil do amanhã”, e traz para a reflexão o sentido da universidade nos tempos atuais e a projeção de um novo Brasil a partir da educação.
Serão quatro dias de intensas discussões que culminarão em uma plenária final, na qual os delegados eleitos nas universidades de todo o Brasil aprovarão um documento que vai reunir as propostas da UNE para o próximo período. O objetivo da UNE é sair do 13º CONEB com uma pauta renovada. Um dos desafios que se coloca é a aprovação do Plano Nacional de Educação, que dê as diretrizes do Sistema Nacional de Educação. Os centros e diretórios acadêmicos apontarão ainda que caminhos o movimento estudantil deverá seguir. A materialização e o amadurecimento das pautas resultantes do 13º CONEB da UNE darão a tônica de uma ampla Jornada Nacional de Lutas programada para março de 2011.
Serão quatro dias de intensas discussões que culminarão em uma plenária final, na qual os delegados eleitos nas universidades de todo o Brasil aprovarão um documento que vai reunir as propostas da UNE para o próximo período. O objetivo da UNE é sair do 13º CONEB com uma pauta renovada. Um dos desafios que se coloca é a aprovação do Plano Nacional de Educação, que dê as diretrizes do Sistema Nacional de Educação. Os centros e diretórios acadêmicos apontarão ainda que caminhos o movimento estudantil deverá seguir. A materialização e o amadurecimento das pautas resultantes do 13º CONEB da UNE darão a tônica de uma ampla Jornada Nacional de Lutas programada para março de 2011.
"O 13º CONEB tem a missão também de preparar a UNE e os estudantes para participar de importantes momentos em 2011, como a Conferência Nacional de Juventude. Será um ótimo espaço de mobilização, do qual sairemos com propostas de grandes mobilizações para concretizarmos as pautas do movimento estudantil", avalia o vice-presidente da UNE, Tiago Ventura.“Através do 13º CONEB teremos condições de qualificar melhor nossa pauta de reivindicações direcionadas ao novo governo que assumirá em 2011. O Conselho cumprirá papel de tratar mais da educação e mobilizar os estudantes brasileiros”, antecipa o secretário-geral da UNE, Antonio Henrique.
7ª Bienal da UNE
Abrindo a série de mega-eventos desta década na cidade do Rio de Janeiro, a 7ª Bienal da UNE, maior festival estudantil da América Latina, ocupará a cidade maravilhosa entre os dias 18 e 23 de janeiro. Prenunciando a movimentação da Copa de 2014 e Olimpíadas de 2016, cerca de 10 mil jovens de todas as regiões do Brasil e também do exterior participarão de uma intensa programação de atividades culturais, científicas e esportivas, em diversos espaços da capital. A Bienal, que completa 12 anos de experimentação e valorização da identidade nacional, traz desta vez o tema “Brasil no estandarte, o samba é meu combate”.
Da redação da UNE
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Cursos de verão: mais uma opção nas férias
DURANTE O PERÍODO de férias, várias Instituições de Ensino Superior (IES) disponibilizam opções de cursos de verão. Em meio a descanso, viagens e festas, há para os estudantes a oportunidade de se aperfeiçoarem sobre temas diversos. São cursos de extensão, de curta duração, e as alternativas abrangem várias áreas e custos diversificados. É uma ótima oportunidade para aqueles que buscam determinado tema ou ênfase em um assunto que não é tão abordado em sua IES de origem, ou não oferecido por ela nesta modalidade de aprendizagem.
A troca de vivências em uma outra instituição também pode render pontos positivos no currículo e servir como uma experiência enriquecedora para aqueles que também têm programas de pós-graduação em vista. Abaixo, uma lista de universidades que oferecem cursos de verão nestas férias [links apontam para maiores detalhes]:
A troca de vivências em uma outra instituição também pode render pontos positivos no currículo e servir como uma experiência enriquecedora para aqueles que também têm programas de pós-graduação em vista. Abaixo, uma lista de universidades que oferecem cursos de verão nestas férias [links apontam para maiores detalhes]:
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Plano Nacional da Educação é encaminhado ao Congresso
O blog do DCE reproduz texto publicado na Carta Capital on-line
por Ricardo Carvalho
O PROJETO DE LEI do Plano Nacional de Educação (PNE) para o decênio 2011-2020 foi encaminhado ao Congresso Nacional na manhã desta quarta-feira 15. A solenidade ocorreu no Palácio do Planalto com participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro da Educação, Fernando Haddad, além de representantes da Conferência Nacional de Educação (Conae), responsáveis pela elaboração da nova proposta.
Criado em 1996 para estabelecer os principais objetivos da educação nacional por dez anos, a primeira versão do PNE, que vigorou entre 2001 e 2010, foi marcada pelo excesso de metas. Das 295, menos de 30% foram cumpridas até o final deste ano. “O importante é fixar menos metas e fiscalizá-las. Quando se vigia a ação, fica mais fácil adequar os meios às finalidades propostas”, defendeu o pedagogo Dermeval Saviani em entrevista à Carta na Escola (leia a matéria de Fernando Vives). Nesse aspecto, o novo PNE parece ser promissor: são 20 metas e dez diretrizes objetivas que contemplam valorização dos professores, acesso aos ciclos de ensino do infantil ao superior, alfabetização, entre outros.
Outro ponto que diferencia os dois planos trata de financiamento. Quando foi aprovado, o primeiro PNE previa que 7% do PIB brasileiro deveria ir para a educação, mas o então presidente Fernando Henrique Cardoso vetou a proposta. Com a aprovação da Emenda Constitucional 59, no final de 2008, o Presidente da República fica obrigado a destinar um porcentual do PIB à área. O texto enviado ao congresso por Haddad e Lula estipula os mesmos 7%.
Uma vez enviado ao Congresso, o projeto de lei será discutido no próxima administração. A previsão é de aprovação no primeiro semestre de 2011.
Metas e desafios
Cerca de 20% das metas afetam a valorização e formação do corpo docente. Primeiro, o PNE estipula que todos os professores do ensino básico deverão ter ensino superior, sendo metade com formação continuada com pós-graduação. Além do mais, os sistemas de ensino terão de elaborar, num prazo de dois anos, planos de carreira para o magistério.
As metas do PNE são as seguintes:
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Avanço brasileiro em educação profissional é o maior do mundo
NAS ÚLTIMAS DUAS décadas, entre todos os países do mundo, o Brasil foi o que registrou o aumento mais rápido no nível educacional médio da força de trabalho, de acordo com levantamento do Banco Mundial. Em 1990, os trabalhadores tinham, em média, 5,6 anos de estudo. Hoje, a média é de 7,2 anos. O nível de evolução no crescimento educacional dos brasileiros ficou à frente até mesmo dos chineses, que detinham esse recorde nas décadas anteriores.
Acelerar o ritmo
O relatório reconhece “progressos notáveis” na educação básica brasileira nos últimos 15 anos, mas ressalta que o país precisa acelerar o ritmo se não quiser perder espaço no mercado global para países com populações mais preparadas para o trabalho. O caminho para a evolução educacional, de acordo com os técnicos, é melhorar a qualidade do ensino médio; investir pesado na educação infantil; aprimorar a qualidade dos professores e aproveitar de maneira adequada os gastos públicos.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Editorial #2: Avanços e Desafios da Educação no Brasil
Postado na sexta-feira , 10-12 e atualizado no domingo 12-12, às 11:32
Brasil é o país que mais evoluiu na Educação Básica na última década, atrás apenas de Luxemburgo e Chile: resultados indicariam acertos nas políticas
públicas educacionais adotadas nos últimos anos
Congresso Nacional aprova Fundo Social do Pré-Sal, destinando 50% dos recursos à Educação, dos quais 80% à Educação infantil e básica
Ministério da Educação, após atingir recorde histórico
em 5% do PIB para Educação, defende 7%
A Educação no Brasil
O GOVERNO DO Presidente Lula destacou-se pelos investimentos por parte do Estado na Educação. A criação do FUNDEB - Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação -, que multiplicou em 10 vezes os recursos destinados à Educação Básica, e programas como o Mais Educação, em que projetos esportivos e culturais são realizados nas escolas no contraturno letivo, ajudam a consolidar políticas públicas educacionais assertivas no País, muito embora, em termos constitucionais, a responsabilidade pela manutenção do Ensino Básico seja de estados e municípios. O Programa de Aquisição de Alimentos, que trabalha a compra direta de produtos da agricultura familiar para uso na alimentação escolar também é um aliado importante, que atua em duas vias: combate à desnutrição dos estudantes das regiões mais carentes com fortalecimento de um sistema de distribuição de merenda escolar e no amparo ao desenvolvimento da agricultura familiar.O Brasil também acaba de atingir a marca dos 5% do PIB para a Educação, recorde histórico. Através da lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008, o Governo Federal instituiu o Piso Nacional da Educação da Educação Básica, e ao mesmo tempo investiu em programas de formação inicial - em nossa Universidade, já era desenvolvido um projeto que ia de encontro à idéia, o Projeto Veredas - e continuada para professores. Poderiam ser citadas muitas outras iniciativas e programas, como o Programa Todos pela Alfabetização e a aprovação do fim da DRU- Desvinculação das Receitas da União - , que todo ano retirava cerca de R$ 10 bilhões da Educação brasileira, fato comemorado à época pela UNE.
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| Fernando Haddad - MEC |
Esta nova política de valorização da Educação na Nação pode ajudar a explicar os resultados positivos obtidos pelo Brasil no último Pisa - Programa Internacional de Avaliação dos Alunos. O Brasil foi um dos países que mais evoluiu na Educação na última década, ficando atrás apenas de Luxemburgo e Chile. A nota brasileira, 401 pontos, ainda está longe da média dos países desenvolvidos, 473, mas o ensino básico, depois de décadas de descaso e estagnação, começa a apresentar resultados de melhora.
"Na comparação com 2000, é gritante o avanço. É verdade que estávamos no fundo do poço. Mas as medidas estão repercutindo favoravelmente no resultado. A avaliação por escola (IDEB) foi importante" - destaca Fernando Haddad, Ministro da Educação. Segundo Haddad, recursos adicionais para a educação são imprescindíveis, mas não suficientes. “É preciso combinar mais recursos com mais gestão para obter o resultado.” O MEC defende que 7% do PIB - Produto Interno Bruto - sejam investidos diretamente em Educação.
O resultado dos alunos das escolas federais, 539 pontos, é superior à média de vários países desenvolvidos, como Japão (529), Canadá (527), Nova Zelândia (524), Austrália e Holanda (519), Suíça (517), Alemanha (510), Noruega e Reino Unido (500). A média dos alunos de escolas privadas foi 502 pontos e dos alunos de escolas públicas não-federais, 387.
>>Saiba aqui os resultados do exame internacional Pisa por estado
>>Veja a comparação com os resultados de outros países e evolução do País
>>Conheça as metas do movimento Todos Pela Educação:
O resultado dos alunos das escolas federais, 539 pontos, é superior à média de vários países desenvolvidos, como Japão (529), Canadá (527), Nova Zelândia (524), Austrália e Holanda (519), Suíça (517), Alemanha (510), Noruega e Reino Unido (500). A média dos alunos de escolas privadas foi 502 pontos e dos alunos de escolas públicas não-federais, 387.
>>Saiba aqui os resultados do exame internacional Pisa por estado
>>Veja a comparação com os resultados de outros países e evolução do País
>>Conheça as metas do movimento Todos Pela Educação:
O Petróleo Tem que Ser Nosso!
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
EB #6: DA Farmácia promove Assembleia Geral
Agora é a vez de o Diretório da Farmácia contar como
foi a Assembleia do curso. O Diretório Central passa a bola:
foi a Assembleia do curso. O Diretório Central passa a bola:
NO DIA 19 de novembro, sexta-feira, foi realizada Assembleia Geral dos estudantes de Farmácia. Compuseram a mesa os membros do DA: Presidente, Antônio Xavier – também Coordenador-Geral do DCE –, Secretário-Geral, Luiz Duarte, Tesoureiro, Samuel Fortunato e também o Diretor da Faculdade de Farmácia, Prof. Lúcio Guedes Barra, homenageado durante a Assembleia e presente apenas inicialmente.Discutiu-se o que é o Diretório Acadêmico e como é sua participação no movimento estudantil de Farmácia. Em seguida foi apresentada a campanha “D.A. de volta pra casa”, que consiste em tentar trazer a sede do DA para a Faculdade de Farmácia, onde se encontra a sala de coleta, atualmente utilizada como depósito. Foi retratada a situação atual da sede do Diretório e as condições em que são feitas as reuniões. Foi apresentado um projeto de como seria a nova sede e argumentou-se que a mudança contribuiria para melhorar as relações entre os alunos, visto que seria uma área de lazer, um centro de convivência e contribuiria para difundir o movimento estudantil do curso. Foi abordada também a importância de se concretizar a proposta da chapa eleita para a Direção no que se diz à criação de uma sala de estudos na Faculdade de Farmácia.
O nome do DA atualmente é “Diretório Acadêmico Aércio Vidon”. Esclareceu-se um pouco sobre quem foi Aércio Vidon e por que seu nome foi dado ao Diretório. Ao se constatar que este não está mais em acordo com o panorama atual do DA e da Faculdade, foi decidido que haverá mudança de nome e que esta dar-se-á por plebiscito a partir das propostas dos alunos. Ao final, foi realizada votação acerca da proposta de mudança da sede, aprovada por unanimidade.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Comissão especial aprova Estatuto da Juventude
O Estatuto da Juventude assegura uma série de direitos
para jovens, incluindo meia passagem no transporte
interestadual e intermunicipal e meia-entrada para
estudantes em eventos culturais e de lazer
COMISSÃO ESPECIAL aprovou no dia 23 o Estatuto da Juventude. Entre outras medidas, o texto prevê transporte público gratuito para os estudantes e meia passagem nos transportes interestadual e intermunicipal para os jovens de 15 a 29 anos. Esses benefícios serão subsidiados pelo governo para evitar reajuste de tarifa.
A proposta aprovada é o substitutivo da deputada Manuela D'Ávila (PCdoB-RS), ao Projeto de Lei 4529/04, que agora segue para análise do Plenário. Para conseguir consenso, a relatora retirou do parecer trechos considerados polêmicos pelos parlamentares.
Um deles permitia às entidades juvenis participar de órgãos da administração pública e de escolas públicas e privadas. Essa participação se daria, por exemplo, com a eleição de representantes para integrar órgãos diretivos e conselhos universitários.
Um deles permitia às entidades juvenis participar de órgãos da administração pública e de escolas públicas e privadas. Essa participação se daria, por exemplo, com a eleição de representantes para integrar órgãos diretivos e conselhos universitários.
Também foi retirado do parecer o direito das entidades de realizar manifestações, assembleias e outras reuniões em escolas, empresas, partidos políticos e sindicatos, entre outros.
Transporte gratuito
Outro ponto controverso do substitutivo era a previsão de transporte público gratuito para estudantes e meia passagem nos transportes interestadual e intermunicipal para os jovens de 15 a 29 anos. Havia o temor de que esses benefícios tornassem a passagem mais cara para os demais usuários.
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| Manuela defende gratuidade e subsídio |
Para evitar o problema, a deputada acrescentou ao parecer a determinação de que essas medidas sejam subsidiadas com recursos do Orçamento, e não com reajuste tarifário. “Em nosso sistema equivocado não há subsídio para os transportes. Toda vez que criamos um benefício, os custos acabam sendo repassados aos demais passageiros”, justificou a relatora.
Manuela D’Ávila ressaltou também que o estatuto ainda será discutido e votado pelo Plenário, onde poderá sofrer modificações. “Haverá espaço para os demais deputados, que não participaram da comissão especial, opinarem sobre o texto.”
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domingo, 5 de dezembro de 2010
EB #5: Medicina realiza Assembleia Geral do curso
A Entidade de Base representante da Medicina solta o verbo e conta como foi a Assembleia Geral do curso, que aconteceu na última sexta-feira
NO DIA 3 de dezembro de 2010 foi realizada, no anfiteatro B do Instituto de Ciências Biológicas, uma Assembleia Geral dos estudantes de Medicina. O objetivo era reunir os acadêmicos para esclarecimentos e discussão a respeito do processo de Adequação Curricular, vivido atualmente pelo curso. Em tal processo, o período de estágio passará de um ano e meio para dois anos, com a dissolução do atual nono período nos quinto, sexto, sétimo e oitavo períodos. Tal medida foi proposta como adequação às exigências do MEC, Ministério da Educação.Em julho de 2007 o Conselho Nacional de Educação (órgão do MEC) definiu carga horária mínima de 7.200h para as escolas de Medicina. E em 2008, a nova Lei dos Estágios proibiu a existência de estágios com mais de 40 horas semanais. Tais medidas causaram um déficit de 180 horas em nosso curso de graduação, visto que o estágio era cursado em 44 horas por semana. Para que a instituição se adaptasse a tais diretrizes, foi proposto o internato de 2 anos, pois assim conseguiria-se um aumento de 410 horas para o curso, mudança já em curso na maioria das Faculdades de Medicina.
Na Assembleia foram discutidas questões que permeiam o assunto e levantados possíveis problemas do processo, em busca de soluções concretas por uma formação médica de qualidade. Após uma introdução explicativa, feita pelos professores José Carlos Teixeira (idealizador da adequação curricular) e Marcos Alfredo Pimentel (coordenador do estágio), o diretório acadêmico propôs a discussão de grandes temas. Como resolver o problema das aulas teóricas com 160 alunos e práticas de 40? Quais as medidas concretas para evitar o internato superlotado (duas turmas disputando o mesmo cenário)? E quanto aos alunos reprovados que correm o risco de perder a turma, em vista da grade pouco flexível (poucos horários livres para cursar as matérias pendentes)?
sábado, 4 de dezembro de 2010
Brasil é 13º do mundo em publicações e já ultrapassou Suíça, Holanda e Israel

A revista norte-americana Science desta semana traz como matéria principal uma reportagem de seis páginas sobre a ciência brasileira. O texto destaca a atuação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Petrobras. Segundo a reportagem "Ciência brasileira: de vento em popa", "uma economia vigorosa e descobertas de petróleo estão impulsionando a pesquisa no Brasil a novas alturas". O texto assinala que, nos últimos oito anos, o Brasil "começou a viver uma grande expansão". "Sua economia está crescendo de maneira acelerada e ele se tornou um ator nos assuntos mundiais, festejando um surto sem precedente de autoconfiança".
A revista avalia que "os bons tempos também estão beneficiando a ciência". "Entre 1997 e 2007, o número de papers brasileiros em publicações indexadas, avaliadas por pares mais que dobrou, para 19.000 por ano. O Brasil figura hoje em 13º em publicações, tendo ultrapassado Holanda, Israel e Suíça. Universidades brasileiras formaram duas vezes mais doutores este ano do que em 2001, e milhares de novos empregos acadêmicos foram abertos em 134 novos campi federais".
Para a Science, houve "uma inversão da sorte" em relação à década de 1990. "Naquela época, os pesquisadores mendigavam fundos; o Brasil chegou a ter sua bandeira retirada do logotipo da Estação Espacial Internacional depois de não conseguir financiamento para construir seis componentes".
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| Investimentos X % PIB [Science] |
A revista ressalta que o Brasil "está claramente se destacando na América Latina". "O país responde hoje por mais de 60% de todos os gastos em pesquisa na América Latina, e os cientistas brasileiros escrevem metade dos papers. A burocracia científica do Brasil é influente, também, contando com um ministério próprio desde 1985. Esse é um passo que a Argentina só deu há três anos e que a vizinha Bolívia está discutindo atualmente".
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Globo Universidade exibe matéria sobre a FACED da UFJF
AMANHÃ, ÀS 7h da manhã, a Rede Globo apresenta o programa Globo Universidade, e traz matéria sobre a Faculdade de Educação da UFJF, citando a formação de professores e gestores no Ensino Fundamental. De acordo com a descrição da emissora:
Os horários de exibição são:
-na Rede Globo: às 7h
-no Canal Futura: às 13h30
-no canal por assinatura Globo News: às 15h30
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Editorial #1: Por Dentro do Consórcio Universitário
| Página do Consórcio na internet |
“Em reunião em Brasília, dia 19 de julho de 2010, os reitores das universidades federais de Alfenas, Itajubá, Juiz de Fora, Lavras, São João Del Rei e Ouro Preto reuniram-se com o ministro Fernando Haddad, a secretária da SESu, Maria Paula, o secretário executivo do MEC, Henrique Paim, e o presidente da Capes Jorge Guimarães para discutir a proposta de criação de um consórcio das instituições federais de ensino superior localizadas nas regiões sul-sudeste de Minas Gerais.”
Leia aqui “A história” da construção do
projeto, no site do Consórcio
ESTAMOS ACOMPANHANDO o processo de elaboração e de discussões sobre o Consórcio Universitário, iniciativa que está sendo articulada entre as 7 universidades federais das regiões Sul e Sudeste de Minas e que pretende, de acordo com o PDI – Plano De Desenvolvimento Institucional – que está sendo elaborado entre as instituições, incentivar a mobilidade acadêmica entre estudantes, planos comuns de gestão de pessoas, fomentar parcerias em projetos, entre outros. As verbas viriam de um recurso extra do Ministério da Educação, e não comprometeriam os orçamentos individuais das UF’s. Além disso, o texto do Plano observa que a autonomia universitária será mantida e que a adesão ao possível Consórcio não implicaria em única entidade autárquica federal.
| DCE e lideranças estudantis mineiras |
O DCE da UFJF convocou reunião entre os DCE’s das outras seis universidades visando conhecer a realidade de cada uma destas universidades e como o Consórcio deveria impactá-las, em que pontos o Plano avança, quais os pontos sob os quais permeiam dúvidas, e construir uma rede articulada entre as entidades, para que o acompanhamento das discussões e notícias sobre o avanço da proposta pudessem ser socializadas entre os líderes estudantis.
| "DCE Debate", 30/09/2010 |
Na penúltima reunião do Conselho - em que foi-nos apresentada formalmente a ideia - aprovamos conjuntamente uma agenda de discussões, que deveria ser conduzida, naturalmente, antes da votação da matéria no Conselho. Em nota enviada aos Conselheiros via correio eletrônico, no dia 11/11, a Secretaria-Geral da Reitoria informou que o debate geral, pré-marcado para ocorrer na semana passada, foi adiado devido à impossibilidade da presença do Prof. Dr. Luiz Cláudio Costa, Reitor da UFV – Universidade Federal de Viçosa – e diretor do Consórcio. Nesta reunião, a base legal também foi apresentada, com a inclusão do artigo 54-A na Lei que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.
| "DCE Debate", 30/09/2010 |
O Diretório, quão antes seja informado, comunicará oficialmente aos estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos a respeito do debate. Queremos um projeto construído com a participação dos acadêmicos, pois o foco desta ideia deve atender ao fortalecimento do tripé ensino-pesquisa-extensão, à garantia e aprofundamento das políticas de Assistência Estudantil e da complementariedade e riqueza dos currículos estudantis com a diversificação alcançada pela mobilidade. Estamos atentos a esta discussão, pois queremos que o projeto beneficie a todos, especialmente aos alunos das universidades consorciadas.
>>Informações oficiais sobre o Consórcio:
http://www.consorcioifes.ufv.br/
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