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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Plano Nacional da Educação é encaminhado ao Congresso

O blog do DCE reproduz texto publicado na Carta Capital on-line

 por Ricardo Carvalho

O PROJETO DE LEI do Plano Nacional de Educação (PNE) para o decênio 2011-2020 foi encaminhado ao Congresso Nacional na manhã desta quarta-feira 15. A solenidade ocorreu no Palácio do Planalto com participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro da Educação, Fernando Haddad, além de representantes da Conferência Nacional de Educação (Conae), responsáveis pela elaboração da nova proposta.

 

Criado em 1996 para estabelecer os principais objetivos da educação nacional por dez anos, a primeira versão do PNE, que vigorou entre 2001 e 2010, foi marcada pelo excesso de metas. Das 295, menos de 30% foram cumpridas até o final deste ano. “O importante é fixar menos metas e fiscalizá-las. Quando se vigia a ação, fica mais fácil adequar os meios às finalidades propostas”, defendeu o pedagogo Dermeval Saviani em entrevista à Carta na Escola (leia a matéria de Fernando Vives). Nesse aspecto, o novo PNE parece ser promissor: são 20 metas e dez diretrizes objetivas que contemplam valorização dos professores, acesso aos ciclos de ensino do infantil ao superior, alfabetização, entre outros.

 

Outro ponto que diferencia os dois planos trata de financiamento. Quando foi aprovado, o primeiro PNE previa que 7% do PIB brasileiro deveria ir para a educação, mas o então presidente Fernando Henrique Cardoso vetou a proposta. Com a aprovação da Emenda Constitucional 59, no final de 2008, o Presidente da República fica obrigado a destinar um porcentual do PIB à área. O texto enviado ao congresso por Haddad e Lula estipula os mesmos 7%.

 

Uma vez enviado ao Congresso, o projeto de lei será discutido no próxima administração. A previsão é de aprovação no primeiro semestre de 2011.

 

Metas e desafios

 

Cerca de 20% das metas afetam a valorização e formação do corpo docente. Primeiro, o PNE estipula que todos os professores do ensino básico deverão ter ensino superior, sendo metade com formação continuada com pós-graduação. Além do mais, os sistemas de ensino terão de elaborar, num prazo de dois anos, planos de carreira para o magistério.

 

As metas do PNE são as seguintes:

 

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Editorial #2: Avanços e Desafios da Educação no Brasil

Postado na sexta-feira , 10-12 e atualizado no domingo 12-12, às 11:32

Brasil é o país que mais evoluiu na Educação Básica na última década, atrás apenas de Luxemburgo e Chile: resultados indicariam acertos nas políticas 
públicas educacionais adotadas nos últimos anos

Congresso Nacional aprova Fundo Social do Pré-Sal, destinando 50% dos recursos à Educação, dos quais 80% à Educação infantil e básica

Ministério da Educação, após atingir recorde histórico 
 em 5% do PIB  para Educação, defende 7%

A Educação no Brasil

O GOVERNO DO Presidente Lula destacou-se pelos investimentos por parte do Estado na Educação. A criação do FUNDEBFundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação -, que multiplicou em 10 vezes os recursos destinados à Educação Básica, e programas como o Mais Educação, em que projetos esportivos e culturais são realizados nas escolas no contraturno letivo, ajudam a consolidar políticas públicas educacionais assertivas no País, muito embora, em termos constitucionais,  a responsabilidade pela manutenção do Ensino Básico seja de estados e municípios. O Programa de Aquisição de Alimentos, que trabalha a compra direta de produtos da agricultura familiar para uso na alimentação escolar também é um aliado importante, que atua em duas vias: combate à desnutrição dos estudantes das regiões mais carentes com fortalecimento de um sistema de distribuição de merenda escolar e no amparo ao desenvolvimento da agricultura familiar.

O Brasil também acaba de atingir a marca dos 5% do PIB para a Educação, recorde histórico. Através da lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008, o Governo Federal instituiu o Piso Nacional da Educação da Educação Básica, e ao mesmo tempo investiu em programas de formação inicial  - em nossa Universidade, já era desenvolvido um projeto que ia de encontro à idéia, o Projeto Veredas - e continuada para professores. Poderiam ser citadas muitas outras iniciativas e programas, como o Programa Todos pela Alfabetização e a aprovação do fim da DRU- Desvinculação das Receitas da União - , que todo ano retirava cerca de R$ 10 bilhões da Educação brasileira, fato comemorado à época pela UNE.

Fernando Haddad - MEC
Esta nova política de valorização da Educação na Nação pode ajudar a explicar os resultados positivos obtidos pelo Brasil no último Pisa - Programa Internacional de Avaliação dos Alunos. O Brasil foi um dos países que mais evoluiu na Educação na última década, ficando atrás apenas de Luxemburgo e Chile. A nota brasileira, 401 pontos, ainda está longe da média dos países desenvolvidos, 473, mas o ensino básico, depois de décadas de descaso e estagnação, começa a apresentar resultados de melhora. 

"Na comparação com 2000, é gritante o avanço. É verdade que estávamos no fundo do poço. Mas as medidas estão repercutindo favoravelmente no resultado. A avaliação por escola (IDEB) foi importante" - destaca Fernando Haddad, Ministro da Educação. Segundo Haddad, recursos adicionais para a educação são imprescindíveis, mas não suficientes. “É preciso combinar mais recursos com mais gestão para obter o resultado.” O MEC defende que 7% do PIB - Produto Interno Bruto -  sejam investidos diretamente em Educação.
                                                                                                                                                                   O resultado dos alunos das escolas federais, 539 pontos, é superior à média de vários países desenvolvidos, como Japão (529), Canadá (527), Nova Zelândia (524), Austrália e Holanda (519), Suíça (517), Alemanha (510), Noruega e Reino Unido (500). A média dos alunos de escolas privadas foi 502 pontos e dos alunos de escolas públicas não-federais, 387.
                                                                                                                                                       >>Saiba aqui os resultados do exame internacional Pisa por estado
>>Veja a comparação com os resultados de outros países e evolução do País
>>Conheça as metas do movimento Todos Pela Educação:



O Petróleo Tem que Ser Nosso!

Em setembro de 2009 a UNE lançou a campanha que ganhou corações e mentes em território nacional e conseguiu unificar uma pauta de mobilização de todo o movimento educacional. O tema era “50% do Fundo social do Pré-Sal para educação e por um novo marco regulatório do petróleo com monopólio estatal”.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Após quase 4 meses da assinatura do "Protocolo de Intenções", UFJF anuncia debate sobre Consórcio

 "Aos integrantes do Conselho Superior.

De ordem do Magnífico Reitor da UFJF, convidamos V.Sa. a participar do

debate a respeito do Consórcio das Universidades Federais do Sul-Sudeste de
Minas Gerais que será realizado no dia 01/12/2010, quarta-feira, às 09:00
horas, no Anfiteatro “A” do ICB."


ATRAVÉS DE E-MAIL ENVIADO aos Conselheiros do CONSU - Conselho Superior - da UFJF, a Secretaria-Geral da Reitoria comunicou-nos que haverá debate sobre o Consórcio Universitário no dia 1º de dezembro, esta quarta-feira, como se lê na transcrição literal acima, mensagem enviada aos titulares representantes do Diretório no CONSU - Conselho Superior da UFJF.  A decisão sobre a realização de um debate amplo com a comunidade acadêmica foi solicitada pelo DCE na reunião do CONSU em que o projeto fora apresentado. O Diretório enfatizou a importância deste debate antes que o projeto seja submetido à apreciação e votação nas instâncias decisórias da UFJF, possibilitando-se assim que a comunidade universitária tome uma decisão mais acertada sobre que rumos a universidade deve tomar diante do atual momento vivenciado pela Educação Superior brasileira.

É o momento de promover uma intensa troca de ideias a respeito do tema! Acreditamos que os estudantes devem se posicionar de forma protagonizante neste processo, contribuindo para o verdadeiro debate democrático com suas contribuições. Lamentamos o fato de que, até agora, o processo venha correndo de forma pouco coletiva, motivo pelo qual vários DCE's das 7 universidades federais que expressaram desejo no PDI observaram, na ocasião da reunião que nós, de Outras Palavras convocamos, que as fontes principais de informações sobre o Consórcio eram obtidas através da mídia, e não de sua fonte idealizadora: as próprias instituições pressupostas como pró-Consórcio. Destacamos também que, desde a assinatura do "Protocolo de Intenções", firmado entre as 7 instituições, a 10 de agosto, nenhuma discussão foi fomentada na UFJF por parte da Administração Superior. Dada a importância do bojo de um projeto como este, era de se esperar mais participação e interesse no debate democrático de ideias na universidade. A nova gestão do DCE, tão logo assumiu, passou a tratar e a acompanhar o processo de perto, analisando os itens do documento, sugerindo alterações, chamando a atenção quanto à ausência de informações precisas, de participação. 
Ademais, a situação de dúvida por parte do Reitor da UFOP, quando da participação ou não no Consórcio, segundo comentários proferidos durante a última reunião do CONGRAD, poderia eventualmente não contribuir para um entendimento pleno entre os possíveis sete gestores do projeto. Nós, da Gestão Outras Palavras, temos participado ativa e construtivamente nas discussões acerca da matéria. Faz parte de nossa plataforma - com que nos compromentemeos durante as Eleições e que nos fizeram vitoriosos -  a participação e proposição de opiniões em espaços democráticos que venham fomentar a adoção de políticas públicas acertadas, do ponto de vista do Estado, em especial as educacionais: são nada mais que direitos a serem conquistados, defendidos e ampliados.  
A proposta conta com o apoio do Ministério da Educação, que visualiza a concepção como uma proposta-piloto inovadora e em condições de projetar o grupo de instituições ao destaque internacional, contribuindo inclusive, de maneira significativa, para o incremento da posição ocupada pelo País no ranking mundial de produção científica, atualmente 13ª. Já há sinalizações de interesse por parte de universidades no Nordeste e no Sul do Brasil. Nas palavras do próprio PDI, Plano de Desenvolvimento Institucional do Consórcio:

"O Consórcio reunirá mais de 250 cursos de graduação, oferecerá mais de 13 mil vagas discentes e atenderá a mais de 43 mil alunos matriculados na graduação. Já na pós-graduação, oferecerá 121   programas e 175 cursos, sendo 2 com conceito máximo,  7, 5 com conceito 6 e ainda 15 com conceito 5, todos estes considerados de excelência, contando com mais de 5 mil alunos matriculados.  Juntas, as sete Universidades do Sul/Sudeste de Minas Gerais apresentam mais de 50 citações na rede ISI" Web of Knowledge."
 [PDI do Consórcio entre as universidades, pág. 2]

Defendemos a autonomia das universidades, no sentido em que cada instituição, devido, entre outros fatores, às especificidades históricas, regionais e vocacionais de cada autarquia federal, deve ter assegurados direitos, entre outros, sobre a decisão de criação de novos cursos. Seria produtivo elucidar também um critério de eventual partilha dos recursos adicionais vindos do MEC, bem como a garantia de representatividade discente no Conselho Executivo, não somente para nós, mas também para docentes e técnicos. A democracia nos assegura que o mais adequado seria um Conselho que, de fato, representasse um conjunto diverso de setores, que possam contribuir e trabalhar em de acordo com os interesses de sua classe representada. Na última reunião, a Conselheira técnica Maria dos Remédios inclusive destacou esta necessidade, assim como professores.

Desejamos que o processo venha a contribuir de forma decisiva com o momento vivido pela Educação Superior pública brasileira. Nos últimos anos, o substancial aumento dos investimentos em pesquisa, seja nas universidades federais,  seja na qualificação profissional e  ensino técnico, além dos pólos de pesquisa de ponta, com os Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT's), hoje mais de 120 espalhados pela Nação, a criação de mais de duas centenas de escolas técnicas, a ampliação de programas como PROUNI e o REUNI - este que hoje possibilita a injeção massiva de recursos na UFJF, possibilitando infra-estrutura, modernização, contratação de docentes e técnicos - são apenas alguns dos exemplos mais emblemáticos do período rumo aos avanços.

Atentamos durante as Eleições para o fato de que o Diretório Central deve estar em sintonia com o momento vivido pela UFJF e pelo Brasil. Assim, as iniciativas que visem ao aperfeiçoamento da integração entre os diversos espaços de produção de pesquisa, ensino, cultura e extensão devem ser apoiadas, especialmente frente ao caráter cooperativo de propulsão das potencialidades regionais, com iniciativas que fortalecem a área estratégica de cada região, visando ao desenvolvimento regional, e que ao mesmo tempo socializem os projetos, e crie métodos multilaterais e alternativos para o sistema educacional. É preciso também que os esforços em política de permanência estudantil sejam consolidadas junto aos estudantes carentes em mobilidade. Apenas assim garantiremos condições seguras para que tal acadêmico possa dedicar-se aos estudos, projetos de pesquisa, extensão e cultura com aproveitamento a contento e participação viabilizada.

Agora é a hora de do debate intenso junto aos estudantes! Não perca o debate! Informe-se, questione, tire suas dúvidas, faça sugestões! O Consórcio deve contribuir, de fato, para o desenvolvimento de nossa região, a formação acadêmica plural e de excelência, a troca de experiências, a integração regional. A união de esforços para ampliar - e não reduzir - as possibilidades de diálogo, troca, construção coletiva de iniciativas e práticas no Ensino, na Pesquisa, na Extensão e Cultura na Educação Superior federal mineira.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Editorial #1: Por Dentro do Consórcio Universitário

Página do Consórcio na internet
“Em reunião em Brasília, dia 19 de julho de 2010, os reitores das universidades federais de Alfenas, Itajubá, Juiz de Fora, Lavras, São João Del Rei e Ouro Preto reuniram-se com o ministro Fernando Haddad, a secretária da SESu, Maria Paula, o secretário executivo do MEC, Henrique Paim, e o presidente da Capes Jorge Guimarães para discutir a proposta de criação de um consórcio das instituições federais de ensino superior  localizadas nas regiões sul-sudeste  de Minas Gerais.”

 Leia aqui  “A história” da construção do
 projeto, no site do Consórcio

ESTAMOS ACOMPANHANDO o processo de elaboração e de discussões sobre o Consórcio Universitário, iniciativa que está sendo articulada entre as 7 universidades federais das regiões Sul e Sudeste de Minas e que pretende, de acordo com o PDI – Plano De Desenvolvimento Institucional – que está sendo elaborado entre as instituições, incentivar a mobilidade acadêmica entre estudantes, planos comuns de gestão de pessoas, fomentar parcerias em projetos, entre outros. As verbas viriam de um recurso extra do Ministério da Educação, e não comprometeriam os orçamentos individuais das UF’s. Além disso, o texto do Plano observa que a autonomia universitária será mantida e que a adesão ao possível Consórcio não implicaria em única entidade autárquica federal.

DCE e lideranças estudantis mineiras
O PDI destaca a importância de se desenvolver uma política de inserção internacional das atividades de pesquisa e produção acadêmica na pós-graduação - como oportunamente destacou Fernando Haddad, Ministro da Educação, em seu pronunciamento na UFJF no dia 17/09, na ocasião da inauguração da nova Praça Cívica -, a garantia de assistência estudantil (via PNAES e via programas da universidade receptora) aos estudantes em mobilidade, a promoção de ações integradas e inovadoras de extensão e cultura, desenvolvimento sustentável, tecnológico e do conhecimento, de se realizar pesquisas estratégicas para o desenvolvimento do país, entre outras propostas. O grupo de sete Reitores vem se reunindo nas universidades envolvidas, em reuniões temáticas como a que ocorreu em Juiz de Fora

O DCE da UFJF convocou reunião entre os DCE’s das outras seis universidades visando conhecer a realidade de cada uma destas universidades e como o Consórcio deveria impactá-las, em que pontos o Plano avança, quais os pontos sob os quais permeiam dúvidas, e construir uma rede articulada entre as entidades, para que o acompanhamento das discussões e notícias sobre o avanço da proposta pudessem ser socializadas entre os líderes estudantis. 
 
"DCE Debate", 30/09/2010
O professor-doutor Eduardo Salomão Condé, diretor do Instituto de Ciências Humanas, convidou o Diretório para uma discussão pública sobre o tema, na útlima quarta (09). Pontuou-se se a distribuição de novos cursos em universidades consorciadas seria afetada pela existência prévia do mesmo curso em outra(s) universidade(s), sobre o leque de oportunidades que seriam abertas quanto à parceria para grupos de pesquisa, a origem dos recursos e da iniciativa, o apoio do MEC, a ausência, até agora, de debates amplos com a comunidade acadêmica, além da data iminente de votação do projeto (30/11) no CONSU – Conselho Superior da UFJF -, em que os estudantes têm sete representantes.

Na penúltima reunião do Conselho - em que foi-nos apresentada formalmente a ideia -  aprovamos conjuntamente uma agenda de discussões, que deveria ser conduzida, naturalmente, antes da votação da matéria no Conselho. Em nota enviada aos Conselheiros via correio eletrônico, no dia 11/11, a Secretaria-Geral da Reitoria informou que o debate geral, pré-marcado para ocorrer na semana passada, foi adiado devido à impossibilidade da presença do Prof. Dr. Luiz Cláudio Costa, Reitor da UFV – Universidade Federal de Viçosa – e diretor do Consórcio. Nesta reunião, a base legal também foi apresentada,  com a inclusão do artigo 54-A na Lei que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.


"DCE Debate", 30/09/2010
Na época o DCE defendeu um debate em que um representante do MEC e/ou o próprio Luiz Claúdio participasse da mesa, já que o Pró-Reitor de Graduação da UFJF Eduardo Magrone não detinha informações precisas sobre alguns pontos do projeto. Ele próprio sugeriu, durante o debate que Outras Palavras realizou, que houvesse uma discussão sobre o Consórcio com Luiz Cláudio, que, como diretor, centralizaria as informações e detalhes a respeito do projeto. Daí a imprescindibilidade de sua presença. 

O Diretório,  quão antes seja informado, comunicará oficialmente aos estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos a respeito do debate. Queremos um projeto construído com a participação dos acadêmicos, pois o foco desta ideia deve atender ao fortalecimento do tripé ensino-pesquisa-extensão, à garantia e aprofundamento das políticas de Assistência Estudantil e da complementariedade e riqueza dos currículos estudantis com a diversificação alcançada pela mobilidade. Estamos atentos a esta discussão, pois queremos que o projeto beneficie a todos, especialmente aos alunos das universidades consorciadas.

>>Informações oficiais sobre o Consórcio:
http://www.consorcioifes.ufv.br/

sábado, 13 de novembro de 2010

O Poder da Diversidade

Primeira Semana de Diversidade Sexual da UFJF e Seminário de Encerramento do Projeto "Educação sem Homofobia" 

TOMADO COMO FRUTO do projeto “Educação sem Homofobia”, desenvolvido pelo Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT (NUH) da Universidade Federal de Minas Gerais, na qual, em Juiz de Fora, a iniciativa é coordenada por Juliana Perucchi em parceria com o Movimento Gay de Minas (MGM), a Universidade Federal de Juiz de Fora e a Secretaria Municipal de Educação, ocorreu, no Instituto de Ciências Humanas da UFJF, a  Primeira Semana de Diversidade Sexual da UFJF e Seminário de Encerramento do projeto “Educação sem Homofobia”, entre os dias 27 e 30 de outubro, tendo o patrocínio da Secretaria de Educação Continuada, alfabetização e diversidade (Secad) do MEC. Contando com palestras, exibição de vídeos, oficinas, relato de projetos, debates, rodas de conversas e uma bela festa de encerramento, o evento veio trazer à tona um questionamento forte e do nosso cotidiano: a luta pela igualdade.

Regido pelo espírito do questionamento e com uma excelente organização, o evento demonstrou-se seguro em sua proposta primordial que é justamente o debate em cima do conceito de liberdade de expressão e, por que não, de igualdade social. O evento conseguiu ser atrativo e trazer de volta os verdadeiros pilares da “justiça” dentro das mentes de seus participantes. Em nenhum momento percebeu-se ausência de respeito por pessoas do Movimento, o que satisfaz a todos nós não só como estudantes, mas também como pessoas, afinal, estes são novos tempos: tempos de reerguer dos erros passados e construir uma nova e justa sociedade. Graças ao espírito deste projeto, podemos dizer que as pessoas realmente podem modificar velhos conceitos.

>>Para outras informações e cronograma do evento, acesse:
http://bit.ly/daeX44