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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

do #festivaldce, uma entrevista pra lá de interessante


Pedro Henrique, ou MC Oldi, como é conhecido, foi entrevistado pelo DCE pra falar um pouco sobre a cultura hip hop e seu crescimento em Juiz de Fora nos últimos anos. Oldi, além de ser MC, é um produtor de eventos que propagam o estilo pela cidade.


Oldi, explica primeiramente pra gente: o que é o hip hop? Qual a diferença entre ele e o rap?
O rap, na verdade, está dentro do hip hop. O hip hop é uma cultura, que foi criada nos EUA, nos guetos do Brooklin, do Bronx, que é baseada em 4 elementos: o DJ, que fica no instrumental e em toda a produção; o MC, que canta a música rap, que faz os versos, que batalha; o break, que é o dançarino, dentro do break está o street dance, o hip hop dance, o pop, etc; e o grafite, que é a parte do desenho do hip hop, que expressa através de traços. Essa é a cultura, as vezes as pessoas confundem, falam “música hip hop”, e a música é o rap, o rap é a voz do hip hop, assim como o grafite é o desenho, o break é a dança, então é um estilo, é realmente uma cultura, é um aglomerado de elementos que se complementam entre si. Nenhum esconde o outro, todos estão juntos no mesmo lugar, ou pelo menos esse é o ideal.

Como e quando foi seu primeiro contato com o estilo hip hop e com o próprio rap?
Meu primeiro contato com o hip hop foi através do rap, através da música, que tocava muito nas rádios, o rap internacional principalmente, que é um pouco mais comercial do que o que se faz aqui no país. E eu comecei a ouvir, comecei a me identificar com a batida, com a levada, e eu já tinha um trabalho com poemas, isso com 12, 13 anos de idade, eu gostava muito de escrever. Aí, tive esse primeiro contato com o rap e comecei a escrever uns poemas rimados, até chegar no rap. Peguei uma base, comecei a escrever em cima dela e fiz minha primeira música.

Por que você gostou tanto do rap e por que decidiu fazer dele não só um lazer, mas um modo de vida, uma profissão?
Eu me identifiquei muito com o rap porque ele dá uma voz pras pessoas que querem falar, e você não precisa de tanta técnica, você precisa mais de disposição, de inspiração. É óbvio que tem seu lado técnico, mas ele te permite fazer seu protesto, se você tem algo a falar ele é seu instrumento. Eu lembro que quando fazia meus primeiros raps, eu tinha 13 anos, fiz um pra minha mãe, cantei numa apresentação de igreja que tinha mais de 100 pessoas. Quando eu vi a reação das pessoas com o que eu tinha falado, com o que eu tinha tentado transmitir – uma reação muito positiva – eu falei “’pô’, é disso que eu gosto mesmo, o palco é minha casa e vou tentar continuar com esse trabalho”. Depois de fazer o rap assim por anos, comecei a fazer todo sábado numa loja de artigos de hip hop, aí fui crescendo com a cultura, fazendo meus primeiros contatos, até que, no final do ano passado (2010), eu parei e pensei “poxa, tem 4 anos que eu ‘tô’ fazendo rap, mas como que na verdade eu contribuí pra música? Eu só estou aqui, rimando nos eventos quando me chamam, é uma coisa muito fácil você ficar esperando o evento acontecer”. Aí começou o lado da produção.

Eu parei e pensei: “Poxa, tem 4 anos que eu ‘tô’ fazendo rap, mas como que na verdade eu contribuí pra música?Eu só estou aqui, rimando nos eventos quando me chamam, é uma coisa muito fácil você ficar esperando o evento acontecer.”  Aí começou o lado da produção.

E quais as dificuldades que você encontrou especificamente em Juiz de Fora na organização desses eventos?
Eu comecei, como já disse, a organizar eventos no fim do ano passado. Comecei fazendo festas comerciais, mas da cultura hip hop. A idéia das festas era a seguinte: através de uma balada, uma noitada, as pessoas conhecerem o hip hop e se identificarem, e quem sabe talvez até virar um MC, ou um dançarino de street, ou mesmo virar parte de um público ouvinte. Eu acredito que muitas pessoas que se identificariam com o hip hop não se identificaram ainda porque não conheceram. As dificuldades foram grandes: primeiro, a falta de apoio, porque as pessoas quando falam em hip hop pensam nele apenas como uma ferramenta socioeducativa, não pensam nele como um ritmo musical. E muitas vezes já falam “’pô’, faz esse evento aí pra mim, na camaradagem”, nunca dão um apoio, as vezes é difícil de a gente conseguir esse apoio pra gente mesmo, porque além de fazer o hip hop a gente quer viver do hip hop. E viver do hip hop de caridade é impossível. Então, eu acredito que ainda falta um apoio da sociedade, um reconhecimento do nosso ritmo como algo profissional, uma ferramenta de cultura mesmo.


O que você achou da iniciativa do pessoal do DCE da UFJF e do Coletivo Sem Paredes em abrir um espaço para o hip hop no I Festival de Cultura e Arte?
Primeiramente eu tinha achado muito interessante a iniciativa de trazer shows de hip hop pro Festival, o Rael da Rima e o BNegão como grandes representantes dessa cultura, já fiquei muito feliz com isso. E até então eu não sabia que nós iríamos participar, fazendo esse festival junto com o DCE e o Sem Paredes. Aí a gente recebeu esse convite e a gente fez dois dias lindos, fizemos todos os elementos ali unidos, misturamos com banda, e eu acho que é isso que falta na cidade, iniciativas pra mostrar essa cultura pro povo, pra galera começar a entender, e eu sou a favor da gente unir o hip hop com outras tribos, pode ser a tribo do reggae, do rock, não importa, a gente quer é agregar isso tudo, que se inserir nesse meio também de cultura. Achei muito interessante mesmo essa iniciativa da promoção do estilo, eu acho que isso vai fazer o hip hop crescer muito. A gente ‘tá’ plantando uma coisa aqui em Juiz de Fora que com certeza vamos colher os frutos daqui a alguns anos, conquistando o pessoal, é assim, fazendo a gente chega lá.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

#festivaldce: a oficina de Rugby


Dando continuidade ao Festival de Cultura e Arte, ocorreu ontem a tarde no gramado da Praça Cívica uma oficina de Rugby, mais uma intervenção de sucesso! A importância de trazer um esporte novo que está em ascenção é de inclusão dos estudantes em uma atividade saudável e de lazer, e, mais ainda, retém os jovens num foco para o esporte e não em atividades que desconstruam a seriedade e o valor do próprio. Essa oficina veio propagar essa ideia!




A atividade ocorreu às 16h e teve duração de uma hora. Quem participou pôde aprender as regras e táticas deste esporte tão interessante. Ao final, ocorreu um grande jogo entre os instrutores, concretizando o sucesso da oficina.


Confira todas as fotos no link abaixo:

https://picasaweb.google.com/dceufjf/OficinaDeRugbyFestivalDeCulturaEArteDCEGestaoOutrasPalavrasColetivoSemParedes?authuser=0&feat=directlink

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

#festivaldce: TA BOMBANDO!


Não se fala em outra coisa: o Festival de Cultura e Arte realizado pelo DCE da UFJF em união ao Coletivo Sem Paredes está agitando a universidade! Hoje tivemos apresentações de Hip Hop e MCs no estacionamento do R.U., além de uma oficina de graffiti que foi um verdadeiro sucesso! Cultura, diversão, conhecimento pra galera! E está só começando...







sábado, 19 de março de 2011

Nota de repúdio: proibição da Rave Goa

O DIRETÓRIO CENTRAL dos Estudantes da UFJF vem a público repudiar a proibição da realização de uma festa rave que ocorreria em Juiz de Fora, neste sábado, dia 19 de março.

Esta proibição atinge um grande público que procura diversão e lazer, tratado de forma equivocada e generalizada como usuário de drogas.

Acreditamos que essa proibição não contribui em nada para o bem estar da juventude, nem para a instituição de uma cultura democrática, muito menos para o debate sobre as drogas.

Defendemos que é papel do poder público estimular um debate franco e aberto, através da conscientização e da educação, sem reprimir as manifestações culturais, sejam elas de qualquer natureza.

A juventude tem direito a se expressar e se divertir. Cabe aos órgãos competentes a fiscalização e garantia da integridade de todos nós. Caso contrário estarão criminalizando e marginalizando manifestações legítimas da cultura juvenil.


Ato Unificado em defesa da Educação e da Cultura
às 11h no dia 23/03/2011, quarta-feira, no Calçadão em frente à Agência do Banco do Brasil


Da proibição de festas e outras formas de criminalizar a juventude



MAIS UMA VEZ assistimos a um velho filme em Juiz de Fora. A prefeitura, sob o argumento de um parecer judicial, resolve impedir a realização de uma festa rave neste sábado na cidade.

Antes de qualquer coisa, deixo claro que conheço esse tipo de festa de perto, apesar de não ser um frequentador delas.

Chamo de velho filme por que pouco tempo atrás vimos a proibição de bailes funk no centro da cidade justificadas pela possível violência que as festas poderiam trazer. As raves seriam antros de drogas, e os bailes de violência.

Muitas proibições aconteceram, muita água passou por baixo da ponte e nada mudou. É óbvio que essas medidas nunca surtiram efeito.

A prefeitura de Juiz de Fora foi rápida no gatilho para proibir a festa. Mas tem sido bem lenta na promoção de políticas públicas que possam ajudar na conscientização e no combate às drogas. Estou errado? Alguém conhece um projeto efetivo na cidade com esse tema? Alguma parceria entre justiça e Ministério Público? Se houver, ficarei feliz em ser corrigido.

O que acontece é que infelizmente existe um caminho, com o perdão da palavra, preguiçoso, sempre utilizado. É mais fácil proibir do que compreender o que de fato representam essas festas. É muito mais cômodo a repressão do que a fiscalização e a proteção aos jovens que na sua maioria esmagadora, vão nessas festas para se divertir. Ou será que já esquecemos que lazer é um direito fundamental da juventude?

No ano passado, pessoas foram presas portando drogas na estrada que dava acesso à festa. Parabéns à PM, que fez seu trabalho. É isso que esperamos da polícia. Porém isso não pode servir como justificativa para a proibição da festa. Quantas vezes, torcedores de futebol não são detidos antes de ir ao estádio com armas e similares? Vamos proibir o futebol por causa disso? Não existe o consumo de drogas em outros espaços?

Lamento crer que isso ocorre, fundamentalmente pelo fato de que o poder público não conhece a juventude e seus anseios. E como a juventude muitas vezes não representa um grupo forte e organizado de poder, acaba se tornando vítima de arbitrariedades.

Esperamos que haja mobilização para tirar esse debate dessas trevas, de preconceito e desinformação, para que a juventude possa ter seu direito pleno de se divertir, nos espaços que escolhe.
Por: Tiago Rattes de Andrade

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Agenda Cultural #4: Kalashnikov, Comportamentos Alternativos, Visco, Morte e Vida Severina...

A AGENDA DESTA semana apresenta um balaio cultural com opções variadas que vão de shows, festival de música independente, passando por teatro, exibição de longas e feira de arte e artesanato! Chega mais!

DESTAQUE: KALASHNIKOV - sexta, às 22h


Nosso destaque da semana é Kalashnikov, evento que vai rolar nesta sexta, às 22h na Estação Cultural. O Grupo Terra apresenta um misto de música e exposição de fotografias, com direito a sorteio de livros, e que conta com as presenças de "Quinteto São do Mato" e "Vinil é Arte". A idéia é fazer jus à pluralidade étnica na cultura, representada através da música e das artes em sentido amplo. Vinil é Arte fica por conta da discotecagem durante todo o evento, que conta com o apoio da FUNALFA e com a parceria do movimento cultural Estandarte do Povo.


ONDE? Estação Cultural, Pç da Estação, s/n, Centro-JF
QUANDO? sexta-feira, 10/dezembro, 22h
INFO: http://on.fb.me/hENhhR [FACEBOOK]

Comportamentos Alternativos: Festival de Música Independente - sábado, a partir das 9h
Sessões de vídeo nos mais diversos - e inusitados - espaços dentro do Diversão & Arte, oficinas, perfomances, exposições de fotografias, música: isto é o que oferece, a um público sedento por cultura, o Festival de Música Independente Comportamentos Alternativos. Num formato ousado, o evento, para além de constituir um espaço de encontro da cena artística independente local, pretende iniciar uma agenda de atividades a serem realizadas no ano de 2011, visando sempre à divulgação do trabalho dos artistas da cidade. O evento é uma idealização do Coletivo Epinefrina, que já passou por esta coluna na semana passada, e conta com apoio do prêmio Cena Minas – Governo do Estado de Minas Gerais/COPASA. Nas oficinas: Fanzine, Guerrilha e Resistência Artística e de softwares de samplers Reason e Sonar. As bandas se apresentam à tarde, junto às outras intervenções artísticas. 
"O conceito do evento é a sustentabilidade do mercado local e a fomentação de um cenário de bandas e músicos locais, através de formas alternativas de produção, divulgação e participação do público e dos próprios artistas. A proposta é ampliar redes para a criação e disponibilização de conteúdo para a organização de uma agenda da música alternativa e independente na cidade, em 2011"
Bandas: Riffari, Neurotica, Expanded Noise, Quinteto São do Mato,  Matilda,  Híbrida,  Aquilantes  e Silva Soul.
Asssita ao vídeo promo do Festival:

>>DETALHE IMPERDÍVEL:  Será lançada durante o Festival a coletânea virtual COMPORTAMENTOS ALTERNATIVOS com músicas de cerca de 20 bandas de Juiz de Fora. O material será disponibilizado para download gratuitamente na internet e quem for ao festival receberá o link para baixá-las em primeira mão!

ONDE? Diversão & Arte, Halfeld, 1322, Centro-JF
QUANDO? sábado, 11/dezembro, a partir das 9h

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Agenda Cultural #3: Tihuana, S.A. Rock, Festival de Curtas, Doce França...


DESTAQUE: Tihuana HOJE no Cultural Bar & Roll!

Hoje à noite "o bicho vai pegar" no Cultural! Os cariocas da banda "Tihuana" se apresentam no Cultural e prometem agitar o público com o show "Tropa de Elite", de seu primeiro DVD, de título homônimo. A banda é composta por Egípcio (voz e violão), Román (baixo e voz), Leo (guitarra e voz), Baía (percussão e voz) e PG (bateria) e suas influências são diversificadas a partir de vários gêneros, desde o rock mais pesado, passando pelo rapcore, punk rock, e até o reggae em algumas canções, mas tendo como a maior das influências a música latina.

A banda juizforana VISCO fará a abertura da noite. Formada em 2006, o grupo conta hoje com os integrantes Daniel Marques (voz), Jean Michel (guitarra), Roney Gonçalvez (baixo) e Michel Pedretti (bateria). A banda tem um repertório versátil dentro do rock'n'roll, encarando do grunge ao pop, passando por hits encorpados por versões únicas. 

O fechamento fica por conta da banda Fliperama, grupo formado pelos mesmos integrantes do Good Time Boys, que já havia se apresentado no Cultural em agosto deste ano, num tributo a Red Hot Chilli Peppers. Fliperama tem em seu repertório clássicos de bandas como Nirvana, Limp Bizkit, Foo Fighters, Metallica, Pearl Jam, entre outros.

23:00h: Abertura da Casa
23:30h: Show de Abertura com a banda Visco
01:30h: Tihuana
03:30h: Show de Encerramento com a banda Fliperama

Assista ao videoclipe de Tropa de Elite (gravadora EMI):



>>VENDA DE INGRESSOS
Ingressos antecipados à venda nas lojas Caricatura do Alameda e da rua São João e na loja Sports do Mister Shopping, também na Loja Zona Sul

Orquestra Mário Vieira, com regência de Guto Cimino em "Rinaldo & Orquestra" - HOJE

O maior tenor do Brasil, consagrado por sua apresentação no programa Raul Gil, proporciona momentos de emoção com clássicos da música popular, lírica e músicas italianas.  O evento é uma realização de  Guto e é apresentado pelo Conservatório Estadual de Música de Juiz de Fora e FUNALFA. Participação especial: soprano Patrícia Guimarães. Entrada franca.

ONDE? Cine Theatro Central, Pç João Pessoa s/n°, Calçadão da Rua Halfeld, Centro-JF
QUANDO? quinta-feira, 02/dezembro, 20:30 hs
+INFO: http://bit.ly/h114dB 32 3215-1400

 S.A. Rock'n'Roll - SEXTA

A banda S.A. Rock'n'Roll marca presença no projeto Circuito Música da Cidade - Estação Primavera, da FUNALFA, que vem rolando toda sexta na Praça da Estação. Animam a noite os guitarristas Pérsio Granato, Márcio Bissagio e Fausto Coimbra, e no vocal, Wendel Guiducci. Entrada franca.

ONDE? Praça da Estação, Centro-JF
QUANDO? sexta-feira, 03/dezembro, 19hs

Manager of  Sound - Universitários - SEXTA

Nesta sexta (3), o GON Pub apresenta uma festa em um formato diferente: várias turmas de diversos cursos universitários comandam a cabine do DJ e fazem o som da noite, à sua escolha. Serão selecionados 6 trios de DJ's e cada trio representará suas turmas. Ganham prêmios e combos de uísque Red Label, champanhe Chandron e vodka Absolut, que acompanham energético. 50% da arrecadação será destinado aos fundos de formatura participantes.


ONDE? Herminda Serqueira Vasconcelos, 19, ao lado do Estádio, bairro Aeroporto
QUANDO? sexta-feira, 03/dezembro
+INFO: 32 8858-3895; jpcarvalho1000@hotmail.com (MSN)

Final do 2° Festival de Cenas Curtas de Juiz de Fora - SÁBADO

Sete cenas selecionadas durante as três eliminatórias da competição serão apresentadas no evento, que tem entrada franca. Drama, comédia e teatro intimista são alguns dos gêneros que disputam a atenção do júri e da plateia. A entrada é gratuita.

ONDE? Centro Cultural Bernardo Mascarenhas (CCBM) Av. Getúlio Vagas 200, Centro-JF
QUANDO? sábado, 04/dezembro, 19 hs
Exposição Doce França - ATÉ 30/12
Após atrair um grande público, dos mais variados perfis, a exposição Doce França – Recortes da vida privada na coleção do Museu Mariano Procópio foi prorrogada até o dia 30 de dezembro. Doce França traz recortes de um universo cultural do Brasil e da Juiz de Fora do século XIX, que se expressa nas peças de influência e origem francesas do Museu Mariano Procópio.  

Preparação das peças
As peças trazem à tona a influência da cultura francesa no universo da elite do século retrasado. A exposição é resultado de iniciativa da Fundação Museu Mariano Procópio em parceria com o Museu de Arte Murilo Mendes (MAMM) da UFJF.

ONDE? Museu de Arte Murilo Mendes (MAMM), Rua Benjamin Constant nº 790, Centro-JF
QUANDO? terças a sextas, de 10h às 18h e sábados e domingos, de 13h às 18h

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Agenda Cultural #2: Mostra "O Corpo Cênico" no Diversão e Arte e ImaginaSom no Cine-Theatro Central

DIA 25 DE NOVEMBRO, quinta-feira, às 20h, no Diversão & Arte Espaço Cultural, vai rolar a Mostra Final da Oficina “O Corpo Cênico”, com apresentação aberta ao  público de trabalhos criados e desenvolvidos pelos alunos da oficina ao longo  destes meses. A entrada e franca e a classificação é livre.

A mostra é um oferecimento da Cia. AD VERSA. Sediada no Diversão & Arte Espaço Cultural, seus integrantes atuam coordenando todas as atividades oferecidas pelo espaço. A companhia investiga possíveis interfaces entre o teatro e a dança, pesquisando cenicamente e oferecendo cursos, encontros e oficinas, além de produzir com regularidade a vinda de outros grupos visando a reciclagem de seu trabalho e de outros grupos da cidade. Intérpretes – criadoras: Leticia Nabuco e Renata Rodrigues.

>>Outras informações: 
Endereço Diversão e Arte: Rua Halfeld, 1322 - Centro
Telefone: (32) 3213-0931
http://diversaoearteespacocultural.wordpress.com
Isabela Bianchi - BI Artes & Design: 8843-7071
 
Neste embalo cultural também tem espaço reservado em nossa coluna a apresentação do "Quinteto São do Mato", de MG e do "Coletivo Kinoia", do RJ, que enchem de prestígio a noite desta terça (30) no Cine-Theatro Central. O propósito, segundo os organizadores é definido assim:

  "Com o propósito de realizar uma versão moderna do cinema mudo o IMAGINASOM é construído com trechos de filmes do cinema mundial e sintetiza a pluralidade musical e a riqueza visual explorada pelos músicos e vj’s, que elaboram arranjos originais para as obras de diretores como: Charlie Chaplin, Emir Kusturica, Theo Angelopus, Giuseppe Tornatore, Jean-Pierre Jeunet, Guel Arraes e Stanley Kubrick."

Já deu pra sacar que a apresentação traz inovação e ousadia, não é mesmo? Animado pra  ir? Não fique aí parado, oras! Participe de nossa promoção e concorra ao sorteio que o Diretório faz de 2 convites para o evento! É so retwittar nossos tweets que você já participa de nossa promo! Corra pro PC!

>>Compra de ingressos:
os ingressos estão sendo vendidos antecipadamente a $10:
-no Mundo Mágico, à Rua Espírito Santo 1212
-no Cine-Theatro Central no dia 28/11
-pelos telefones (32) 8849-9890, (32) 9108-7162 e (32) 8876-2425.

Eles também serão vendidos no dia do evento, pelo valor de $20 inteira e $10 a meia. 

>>Informações: http://vinilearte.com/?p=1370

Confira o vídeo promocional da apresentação:


sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Agenda Cultural #1: "Africanidades em Diálogo: perspectivas e práticas pedagógicas"


COMEÇOU ONTEM (11/11) o evento "Africanidades em Diálogo: perspectivas e práticas pedagógicas", com uma mesa de abertura. Na realização do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB) e da Pós-graduação em História e Cultura Afro-brasileira e Africana (Educação para as Relações Étnico-Raciais) estão previstos seis Mini-Cursos, disucussão de relatos de experiências e roda de conversa, além da festa de encerramento no Cai&Pira, às 22h deste sábado (13). Os convites custam $15.


Confira a programação:

11/11 – 19:00 – MESA DE ABERTURA


12/11 – 19:00 às 22:00 – ICH – SALA 1305
 “Comunicações” – Experiências e práticas pedagógicas dos Alunos da Pós Graduação Em História e Cultura Afro-Brasileira e Africana: Educação para as relações étnico-Raciais



13/11 – 08:30 às 12:00 – Mini-cursos – ICH – SALA 1305:

1- Memórias e identidades negras na escola
2- Lazer e Memória Coletiva de Libertos em Juiz de Fora no início do século XX
3- Religiosidades afro-brasileiras
4- Jongo – Dança e expressão cultural
5- Hip hop e educação
6- Congo – um olhar sobre o país
7- Estética afro-descendente na literatura infanto-juvenil

14:00 às 17:00 – Relatos de experiências e Roda de conversa – Anfiteatro do ICH

1-  Diálogos em Hip Hop
Negro Bússola – Casa de Cultura Evailton Villela
2 – Capoeira e educação: caminhos e alternativas
Gláucio Anacleto de Almeida (“Mestre Cuité “)
3- Cultura do Samba – Um olhar interdisciplinar
Regis  José de Oliveira  - Instituto Cultura do Samba



22:00 – “A FESTA” – confraternização no Bar Cai&Pira: Convites à venda – R$15,00Rua Roberto Stigert, 16 – São Pedro (próximo ao German Village). Convite individual – R$15,00 à venda na LIVROS E CIA – Avenida Independência, 766 (Ângela) ou reserve pelos telefones 8825-2532 (Andréia), 8821-1848(Gláucia), 8828-4011 (Luciano) ou 8824-5711 (Janaina).


>>Para mais informações:  
africanidadesemdialogo@bol.com.br 

terça-feira, 19 de outubro de 2010

A gente também quer Diversão e Arte!

COMO BEM EXPRESSAM os Titãs na música "Comida", a Cultura, a Diversão e a Arte são elementos essenciais para a formação de cidadãos mais críticos, politizados, autônomos e questionadores. A União Nacional dos Estudantes (UNE), através dos CUCA's - Circuitos Universitários de Cultura e Arte - , promove, bienalmente, uma séries de atividades culturais de Norte a Sul do país. Por entendermos o papel da Cultura e das Artes na construção de uma visão mais ampla da realidade, que abra espaço para a criatividade e as liberdades democráticas de expressão, propomos a concretização dos Festivais Universitários de Cultura e Arte, que poderiam abrir espaço para diversos estilos musicais, oficinas de quadrinhos e mangás, peças teatrais, exposições de obras de estudantes e professores de Artes, artesanato, apresentação de grupos de dança,  enfim, o que a galera mais gosta em Cultura, além de rodas de debates sobre o tema, sua importância e as relações da produção audiovisual independente no país com os meios de comunicação em massa. Por avanços na Cultura, vem com a gente! Vem com "Outras Palavras"!